Categoria: Legislação

Novas regras para entregas em condomínios

O Plenário da Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou, em segundo turno, o Projeto de Lei 531/2025, que regulamenta as entregas em condomínios residenciais e comerciais da capital. A proposta determina que entregas de pequeno porte sejam realizadas na portaria e proíbe a exigência de entrada dos entregadores nas áreas comuns, preservando exceções para pessoas com mobilidade reduzida ou necessidades especiais.

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LGPD em condomínios: quem pode acessar imagens das câmeras de segurança?

O monitoramento por câmeras é uma ferramenta essencial para a segurança dos condomínios, mas o acesso às imagens deve respeitar os princípios da LGPD. O compartilhamento irrestrito entre moradores pode gerar violações à privacidade, exposição de dados pessoais e responsabilização jurídica do condomínio. Entenda os limites legais e as boas práticas para o tratamento dessas informações.

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PL 6018/25: quem paga a conta da inadimplência nos condomínios?

A aprovação do PL 6018/25 pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados reacendeu o debate sobre quem deve arcar com os custos da cobrança de inadimplentes nos condomínios. O projeto prevê a nulidade de cláusulas que imponham ao devedor o pagamento de honorários advocatícios contratuais na fase extrajudicial. Embora a proposta acompanhe entendimentos já adotados pelo Judiciário, especialistas alertam para possíveis efeitos colaterais, como aumento da judicialização, pressão sobre o caixa condominial e transferência dos custos da cobrança para os moradores adimplentes.

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Elevador Social e de Serviço: A Distinção Ainda Faz Sentido?

O debate sobre a distinção entre elevador social e de serviço ganhou força com o Projeto de Lei 4710/24 e as atualizações das normas técnicas para elevadores. A discussão envolve aspectos jurídicos, sociais e operacionais, exigindo que síndicos e administradoras revisem regras internas, contratos de manutenção e adequações normativas. Mais do que uma questão de convivência, o tema exige atenção à segurança, à legislação condominial e à responsabilidade na gestão dos equipamentos.

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Condomínio pode regrar relações “amorosas”?

Um condomínio catarinense proibiu relações sexuais ruidosas após as 22h e prevê multa para quem descumprir a norma. O artigo analisa se essa regra é juridicamente válida, os riscos de inconstitucionalidade por violação à intimidade e como a gestão condominial deve, na prática, lidar com reclamações desse tipo — sempre amparada nas regras gerais de perturbação do sossego.

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