Condomínio e autismo: o limite entre o sossego e a dignidade
Grande parte dos conflitos envolvendo pessoas com autismo em condomínios nasce de um mesmo ponto sensível: o barulho. Gritos, movimentos repetitivos, episódios de agitação. Para quem está do outro lado da parede, a percepção é imediata e, muitas vezes, incômoda. Para quem está dentro do apartamento, a realidade é outra. Trata-se, com frequência, de crises sensoriais, de sobrecarga, de uma forma de comunicação que não passa pelo filtro da intenção.
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