Autor: JS_SP

Golpes digitais desafiam condomínios e exigem novos protocolos

olpes digitais estão entre os novos desafios da gestão condominial, envolvendo boletos falsificados, PIX, e-mails fraudulentos, alteração de dados bancários e perfis falsos. A prevenção exige protocolos de conferência, autenticação de acessos, controle das contas bancárias e treinamento das equipes. Com o avanço da Inteligência Artificial e da engenharia social, síndicos, administradoras e moradores precisam redobrar a atenção antes de realizar pagamentos ou alterar informações financeiras.

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NR-1: saúde mental dos funcionários entra na pauta da gestão condominial

A atualização da NR-1 reforça a importância de identificar e prevenir riscos psicossociais no ambiente de trabalho, como estresse, assédio, sobrecarga e conflitos. A mudança alcança a gestão condominial, que deve estar atenta às condições de trabalho de porteiros, zeladores, faxineiros, vigias e demais profissionais. Mesmo em equipes terceirizadas, o condomínio deve colaborar para manter um ambiente adequado e seguro. A prevenção, portanto, passa a considerar não apenas a segurança física, mas também a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

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Criança autista agredida em elevador

A agressão contra uma criança autista dentro de um condomínio chama atenção para a necessidade de combater a violência, a discriminação e a falta de informação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A Lei nº 12.764/2012 reconhece a pessoa com TEA como pessoa com deficiência e garante proteção à sua dignidade e integridade. Diante de situações graves, o síndico deve agir com diligência, registrar os fatos, preservar imagens e colaborar com as autoridades. O condomínio também deve promover informação, inclusão e respeito para garantir um ambiente seguro para todos.

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A cadeira de síndico não é um curso de formação

Ser síndico exige muito mais do que boa vontade. A gestão condominial envolve responsabilidades jurídicas, financeiras, técnicas e humanas, além de exigir conhecimento sobre legislação, normas, segurança, tecnologia e gestão de riscos. Por isso, a qualificação e a atualização constante são fundamentais para quem pretende assumir a função. O bom síndico não precisa saber tudo, mas deve estar preparado para tomar decisões responsáveis e contar com profissionais especializados quando necessário.

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