Categoria: Administração

NR-1: saúde mental dos funcionários entra na pauta da gestão condominial

A atualização da NR-1 reforça a importância de identificar e prevenir riscos psicossociais no ambiente de trabalho, como estresse, assédio, sobrecarga e conflitos. A mudança alcança a gestão condominial, que deve estar atenta às condições de trabalho de porteiros, zeladores, faxineiros, vigias e demais profissionais. Mesmo em equipes terceirizadas, o condomínio deve colaborar para manter um ambiente adequado e seguro. A prevenção, portanto, passa a considerar não apenas a segurança física, mas também a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

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Banco Central mira contas pool: riscos aos condomínios

O endurecimento das regras do Banco Central sobre rastreabilidade financeira colocou as contas “pool” no centro do debate condominial. Utilizado por administradoras para centralizar recursos de vários condomínios em uma única conta, o modelo levanta preocupações sobre transparência, riscos jurídicos e proteção patrimonial, impulsionando uma tendência de migração para contas individualizadas.

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Água servida na rua pode gerar multas de até R$ 30 mil para condomínios

O lançamento de água servida em vias públicas é uma prática ilegal que pode resultar em multas de até R$ 30 mil, ações judiciais e até responsabilização ambiental. Além dos impactos na saúde pública e na conservação urbana, o problema pode revelar falhas construtivas que devem ser corrigidas pela construtora dentro do prazo de garantia. O artigo explica os riscos para condomínios, síndicos e moradores.

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Saúde mental, trabalho e identidade: o que a NR-1 nos diz às empresas — inclusive nos condomínios

A atualização da NR-1 ampliou o debate sobre saúde mental no ambiente de trabalho e reforçou a responsabilidade das empresas na prevenção do adoecimento emocional. Em um artigo reflexivo, a advogada e especialista em Direito Condominial Cleuzany Lott relaciona as novas exigências da norma à realidade de síndicos, administradoras e profissionais que vivem sob pressão constante, jornadas intensas e disponibilidade permanente. A autora propõe uma reflexão sobre os limites entre trabalho e vida pessoal, alertando para os impactos silenciosos do esgotamento emocional e defendendo uma cultura profissional mais saudável e sustentável.

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