Entenda por que a água transparente não é garantia de saúde e como o tratamento automático protege os banhistas melhor que o método manual

Com a chegada do verão, as piscinas de condomínios tornam-se os locais mais atrativos para aqueles que buscam se refrescar. Porém, o aumento dessa procura traz preocupação com a qualidade e segurança da água, especialmente em ambientes coletivos. É comum pensar que quando a água está cristalina, ela está limpa. No entanto, isso é um engano. Muitas vezes, a água parece estar limpa, porque foram removidas as partículas sólidas, mas não está segura biologicamente.

As bactérias, vírus e microrganismos se proliferam quando o nível de desinfetante (cloro livre) está abaixo do padrão recomendado. Embora não interfiram na cristalinidade da água, esses agentes podem oferecer diversos problemas de saúde, desde infecções de pele a problemas gastrointestinais. Em locais com grande circulação de pessoas, o risco de contaminação é ainda maior, uma vez que os resíduos orgânicos entram em contato direto com a água, consumindo o cloro.

Em piscinas coletivas, o método tradicional de dosagem manual de cloro apresenta falhas frequentes em manter a estabilidade química devido ao dinamismo do consumo de desinfetante. Quanto maior o número de banhistas, mais cloro é consumido. Nesse caso, os intervalos entre as dosagens criam janelas de vulnerabilidade, deixando a água desprotegida temporariamente e exposta à proliferação de microrganismos.

Nesse contexto, uma alternativa eficiente para a limpeza é a automação por meio da eletrólise salina, através do Gerador de Cloro. O gerador atua como uma usina de tratamento contínuo e seu funcionamento é baseado na transformação do sal (cloreto de sódio) em cloro ativo (hipoclorito de sódio) por meio de uma célula eletrolítica.

Essa tecnologia resolve os desafios mais críticos das piscinas no verão, permitindo ajustar a produção de cloro de acordo com o movimento ou acionar o modo turbo em dias de piscina cheia, além de contar com sensores inteligentes que evitam falhas e garantem a segurança operacional.

Outro benefício é a eliminação do cheiro de cloro e da irritação nos olhos e na pele, já que o sistema elimina as substâncias que causam esses desconfortos. Dessa forma, o gerador de cloro é uma alternativa prática e econômica, por dispensar o manuseio e o estoque de baldes químicos perigosos, tornando a rotina de condomínios mais simples e com a água protegida o tempo todo, sem os altos e baixos do tratamento manual.